sexta-feira, agosto 29, 2008

do tempo ido fica a memória ...


Breeze (brrreeding grrround), Francisco Queirós, 2002


The dilemma, Francisco Queirós, 2002

quinta-feira, julho 31, 2008

morning will







quarta-feira, julho 30, 2008



fotografia: francisca moreira

*
este blog mudou de vida. mudou de cidade e de rotinas. anda num corropio mental e procura uma casa para voltar a si. funciona a meio gás pelo facto de os dias não terem 29 horas. descobriu que sofre de stress pós traumático e do sídrome de Peter Pan. descobriu que gosta ora de silêncio ora de burburinho. procura um ponto de equilíbrio para não entrar em ponto de ruptura. descobriu que a vida nem sempre é aquilo que parece ... mas cumpre a promessa de não desistir.

quinta-feira, julho 10, 2008


... de coimbra com amor, mais um número da maca.


terça-feira, julho 08, 2008


"Não foi porque ela escolheu Sartre que ela se tornou Simone de Beauvoir, foi por se ter tornado Simone de Beauvoir que ela escolheu Sartre."

Sylvie de Bon de Beauvoir


(simone beauvoir, jean-paul sartre e ernesto guevara)

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(palavras na cabeceira do verão)




segunda-feira, julho 07, 2008




"The Late-Summer Passion of a Woman of Mind"







fleet foxes- white winter hymnal






mais fleet foxes aqui:

quinta-feira, junho 26, 2008

CHARADA MUSICÓ-VISUAL# 1

the go-betweens - streets of your town


david bowie - changes

terça-feira, junho 24, 2008

Mãe, eu quero ir-me embora – a vida não é nada
daquilo que disseste quando os meus seios começaram
a crescer. O amor foi tão parco, a solidão tão grande,
murcharam tão depressa as rosas que me deram
– se é que me deram flores, já não tenho a certeza, mas tu
deves lembrar-te porque disseste que isso ia acontecer.
Mãe, eu quero ir-me embora – os meus sonhos estão
cheios de pedras e de terra; e, quando fecho os olhos,
só vejo uns olhos parados no meu rosto e nada mais
que a escuridão por cima. Ainda por cima, matei todos
os sonhos que tiveste para mim – tenho a casa vazia,
deitei-me com mais homens do que aqueles que amei
e o que amei de verdade nunca acordou comigo.
Mãe, eu quero ir-me embora – nenhum sorriso abre
caminho no meu rosto e os beijos azedam na minha boca.
Tu sabes que não gosto de deixar-te sozinha, mas desta vez
não chames pelo meu nome, não me peças que fique
–as lágrimas impedem-me de caminhar e eu tenho de ir-me
embora, tu sabes, a tinta com que escrevo é o sangue
de uma ferida que se foi encostando ao meu peito como
uma cama se afeiçoa a um corpo que vai vendo crescer.
Mãe, eu vou-me embora – esperei a vida inteira por quem
nunca me amou e perdi tudo, até o medo de morrer.
A esta hora as ruas estão desertas e as janelas convidam à viagem.
Para ficar, bastava-me uma voz que me chamasse, mas
essa voz, tu sabes, não é a tua – a última canção sobreo meu corpo
já foi há muito tempo e desde então os dias foram sempre tão compridos,
e o amor tão parco, e a solidãotão grande, e as rosas que disseste
um dia que chegariam virão já amanhã, mas desta vez,
tu sabes, não as verei murchar.
Maria do Rosário Pedreira


"ama como a estrada começa"

mário cesariny

sexta-feira, junho 20, 2008

quando isto tudo acabar juro que me arruino!



terça-feira, junho 17, 2008

sábado, junho 14, 2008


                    *           
Este blog não adormeceu.  Está apenas com calor! 


* fotografia: martin parr

quinta-feira, junho 05, 2008

para quem não esteve lá ...

(As fotografias de Young Marble Giants
chegaram
a mim através do Tiago Ribeiro.
Não sei ao certo quem é o autor das mesmas)



terça-feira, junho 03, 2008

gostar do fim de semana e até querer ficar ...



(em banda sonora: bonnie prince & scout niblett)