segunda-feira, julho 31, 2006

Noi albinoi



talvez por ser a Islândia o meu destino de sonho... talvez pela brancura...

... este foi o único filme que não consegui acabar este fim-de-semana.
Hoje...

E sonho com férias. Mas em paragens mais cálidas.

sexta-feira, julho 28, 2006

gostar de homens #4

daniel day lewis e camille belle_ the ballad of jack & rose



mark ruffalo e sarah polley _ my life without me

quinta-feira, julho 27, 2006

Ai Ai




a cabeça mexe-se de maneiras estranhas...
e eu hoje flutuo...

terça-feira, julho 25, 2006

sábado, julho 22, 2006

A uu-ua e a ba-ue-ia



De repente todos os traumas têm uma explicação. Os pequenos epísódios da infância, aqueles que marcaram, persistiram no tempo e deixaram marcas. Umas mais visíveis que outras. Cresceram conosco.

Bom mesmo é ver o filme. Cada um que fale por si. A minha luta entra a lula e a baleia foram as noites a fio passadas na pediatria do Hospital de Faro, com dores de barriga que só existiram na minha cabeça. Tudo para poder ter aquelas manhãs passadas na pastelaria Gardy, em Faro, com o meu pai a comer aqueles fabulosos croissantes de chocolate!

last night...












I dreamet that somebody loved me...


22 de Julho de 1954

O pai João (que é o rapaz da foto) faz hoje 52 anos.



Lembrei-me de um postal que ele uma vez trouxe e me deu que dizia :

"O meu pai é o maior. Não tem medo de nada. Nem mesmo de Monstros com 10 olhos!"

Subscrevo tudo o ali escrito! Até a parte dos monstros, que ele afastou quando eu tinha terror de dormir sozinha. Foi também ele que me ajudou a construir, a transformar-me naquilo que sou.
Sempre o ouvi dizer:

"As minhas filhas não me puderam escolher como pai.
Que tenham a opção de me escolher como amigo."

E assim foi. Assim é. Ele, o meu melhor amigo! Parabéns Papi!!

sexta-feira, julho 21, 2006

Ó Pedro, a tua prima Rita vem aqui !

O carteiro bateu-me à porta.
Era do sr. do café ...
eram recordações...

de dezasseis do sete a dezoito do sete

A felicidade em dois dias
Senti muito. Ri e chorei. Comi nas freiras, "esplanei" no Carmo, vi o Tejo. Tive vontade de voltar para ficar. E vou. Só não sei quando.


Obrigada ao Pedrinho, à minha irmã, ao Mário, à Quininha... pela vida.
A felicidade em duas horas

say no more.

Para lembrar as nossas consciências das nossas mãos manchadas de sangue...

natureza morta/susana sousa dias

Ditosa pátria, que ilustres filhos tem
Pois é. Portugal não chegou à finais do Mundial. Por fim acabou a febre do futebol, das bandeiras da pátria-mãe (sendo que a maioria dos portugueses, por esquecimento ou por ilusão frustrada, ainda as mantêm penduradas nas janelas, rodeadas de sardinheiras e de roupa lavada pendurada nas cordas). Acabou isso e mais.
Acabaram-se também as sessões de hipnótismo lírico sobre a vida e a morte, sobre nós, sobre o futuro e o passado. Pôs-se fim às segundas feiras de Six Feet Under, único dia em que a televisão conseguia manter a minha mente e o meu olhar fixo a ela, embevecido (-Porque tiras essa fotografia? Não percebes que, agora, esse momento já pertence ao passado?!).
Acho que nestes dias muita coisa mudou.
Começou uma guerra, começou uma vida. Certamente que muitas vidas terão também acabado.

A vida é assim mesmo.

segunda-feira, julho 03, 2006